A participação do Remo na Copa Norte deixou mais do que resultados em campo – evidenciou problemas de postura, ajudou a redefinir avaliações internas e também abriu espaço para mudanças importantes na hierarquia do elenco.
Se já foi inaceitável a apatia demonstrada por alguns jogadores durante a competição, mais grave ainda é a situação de atletas que, mesmo em condições de jogo, sequer foram chamados, levantando dúvidas não apenas sobre desempenho técnico, mas também sobre comprometimento. Nesse cenário, alguns casos passaram a simbolizar de forma mais contundente essa combinação de baixa entrega e falta de resposta dentro do grupo.
O volante Franco Catarozzi, o lateral Braian Cufré e os atacantes Carlinhos e Rafael Monti aparecem entre os exemplos mais preocupantes, justamente em um momento em que o clube também vê ser questionado o próprio processo de análise de desempenho adotado nas contratações. Se esse filtro já apresentou falhas na avaliação técnica, a Copa Norte também fez crescer a discussão sobre a capacidade de medir compromisso e envolvimento com o projeto.
Por outro lado, a competição também serviu para reposicionar nomes que, embora não tenham brilhado, deixaram impressão positiva pela seriedade. O zagueiro Tassano, por exemplo, saiu do bloco do engodo. O uruguaio não teve atuação de grande destaque, mas mostrou postura profissional e, com isso, passou a ser visto de outra forma pela comissão técnica.
O mesmo raciocínio vale, em parte, para o atacante João Pedro, que perdeu espaço por razões técnicas, mas segue internamente valorizado pelo comprometimento e pela utilidade que pode oferecer ao elenco ao longo da temporada.
Entre os ganhos mais claros da Copa Norte está a ascensão de Ivan Quaresma, que aproveitou a competição para se firmar como reserva imediato de Marcelo Rangel, ocupando um posto que antes pertencia a Igor Vinhas.
Para o goleiro, o momento representa mais do que um avanço dentro da disputa interna. No Remo, ele encontrou a chance de se reposicionar no mercado e reafirmar um currículo de peso, que inclui até passagem pela Seleção Brasileira.
Com informações de: Coluna de Carlos Ferreira, O Liberal, 17/04/2026



Perdemos KLAUS e ficamos com Leo Andrade,como pode???Tem muita coisa a ser revista neste momento.Cufré é bom.jogador sim,falta mais oportunidades.Catarozzi nem em campo entra e Pana????
Cara, é simples, a hierarquia que vale não é no elenco, mas no clube. O General da vitória, foi, quando se imaginou que o substituído fosse outro general, o melhor mesmo, seria um marechal, não, colocaram um cabo e ainda da intendência, podiam pelo menos ter acertado um PE, agora, segura o pepino. Mas também, a turma do Remo, é fissurada em cabo, não bastou um, repetiram a dose, talvez, com esse tem pedigree, a origem é o que menos importa, agora, haja soldado, é soldado a da com pau.