Desde o acesso à Série A, o Remo contratou 24 jogadores, um gerente, dois técnicos e seus assistentes. Apesar de inchado, o elenco segue cheio de lacunas e as contratações só cessaram pelo fechamento da janela de transferências.
Disputado um quarto do campeonato, o time azulino segue em reconstrução e a “lanterna” da competição nacional, com 6 pontos em 9 rodadas, não é por acaso!
A pausa para a disputa da Copa do Mundo será providencial para Léo Condé, que vai ter um mês e meio de treinamentos para ajustar esse time – mesma oportunidade que os adversários também terão, mas alguns estarão sem seus principais jogadores.
Até lá, qualquer ponto será precioso para a perspectiva pós-Copa. Por enquanto, o time não transmite confiança. Neste domingo (05/04), às 20h30, o Leão encara o Grêmio (RS) em Porto Alegre (RS).
Lateral
O Remo é dono de 50% dos direitos econômicos do lateral-direito Mayk, o Grêmio (RS) tem outros 40% e o atleta 10%. Foi com essa operação de compra que os azulinos ganharam a concorrência com o Santos (SP) pela contratação do atleta.
Por ser o sócio majoritário, o Remo está livre para lançar Mayk contra os gremistas. Não seria o caso de João Lucas, que está emprestado ao Leão, mas se recuperando de grave lesão.
Negociações
O Remo negociou com o Botafogo (RJ) a compra do atacante Diego Hernandez, mas tem até o meio do ano para executar a operação. Vai ser decisivo o desempenho do uruguaio nessa sua volta a campo.
Além do lateral Mayk, as outras compras de direitos econômicos no elenco azulino são o volante Leonel Picco e os atacantes Jajá e Gabriel Taliari.
Cartões
Pelo menos em matéria de disciplina, o Remo vai muito bem no Brasileirão. Na Série B do ano passado, foram apenas 2 expulsões – Régis e Pedro Rocha. Este ano, nenhum cartão vermelho. Cenário oposto ao que foi na Série C de 2024, um dos times mais indisciplinados.
Ídolos
Ídolo máximo no Leão, o artilheiro Alcino (anos 70) é um nome comum a Remo e Grêmio (RS). Nildo Pereira (anos 80/90) é outro nome nos dois clubes, com grande sucesso no clube gaúcho. Rogério Belém se projetou no Leão e teve passagem pelo tricolor. Vale citação também de Luiz Mário, que saiu de Belém ainda menino.
O goleiro Danrley, ídolo do Grêmio (RS), jogou pelo Remo na Série B de 2007. Estava em final de carreira, mas ainda era um goleiraço.
Coluna de Carlos Ferreira, O Liberal, 05/04/2026



Vi o jogo do Coritiba contra o Fluminense, e como no jogo contra o Corintuas , o Coritiba é um exemplo do q o Condó(da tabela) quer para o Remo. É um time qesmo em casa, joga recuado , marcando a partir do meio campo, em um 4x3x3 em q os pontas descem até o meio e fazem marcação pesada a partir daí….qdo recupera a bola, sai rapidamente com os pontas e o centroavante…e qdo ta com a bola tem nomeio , um meia armador q se aproxima do ataque para armar. Qual a diferença para o Leao???..além de ja ter uma base montada desde o ano passado, ele trouxe e tem jogadores próprios para o esquema: trouxe o Brenner, ponta do Fortaleza, PR q é rápido e joga cono falso nove e Ronnie, outro ponta velocista…e tem no meio um armador, o Josué…todos eles rápidos e com preparo físico. Essa é a gde diferença para o Remo…..pq falei do Coritiba?, pq é o esquema q o Condó(des dificuldades) quer implantar e ainda não conseguiu e pq esse time do Coritiba, subiu junto com a gente, fez contratações pontuais e hj está na tabela de cima da A. Ou seja: se conseguirmos nos organizar, engrenar e condicionar, podemos tb nos manter na A.