Na apresentação do técnico Léo Condé, o presidente Antônio Carlos Teixeira revelou que tentou trazê-lo antes de contratar Juan Carlos Osorio.
Se o Remo fez investida em técnicos de perfis tão diferentes é porque não estabeleceu um perfil. Se não traçou o perfil do técnico, não pode dizer que tinha um projeto!
Antes de trocar o técnico e seus auxiliares, o Remo trocou o executivo e o gerente de futebol em apenas 2 meses, “passando recibo” dos erros estruturais com os muitos reparos na obra.
O Leão já perdeu o título estadual e agora precisa se redimir no Campeonato Brasileiro e demais competições, enquanto se reconstrói nos conceitos de Léo Condé e no encaixe de novas peças.
Início
Condé começou a trabalhar efetivamente no Baenão somente nesta segunda-feira (09/03). Enquanto o clube acelera o processo de enxugamento e de melhora na qualificação do elenco, com mais reforços, o novo técnico tem a missão urgente de otimizar a performance do time.
Erros
Tonhão teve a dignidade de reconhecer publicamente os pecados de sua gestão. Também sinalizou para uma postura de maiores cobranças. O lema é corrigir a rota para fechar o ano mantido na Série A.
Coluna de Carlos Ferreira, O Liberal, 10/03/2026



Cara, não vamos ser cegos. O Remo, não tem e nunca teve um projeto de clube, sempre operou no armengue, já esqueceram da compra de vaga ou empréstimo de treinador, é um clube amador, querendo ser profissional, como dizem, Grande, mas nunca. O Condé veio, sabe do armengue, sabe o risco, agora, sabe também, se der certo, vai ganhar em dobro, é um UP, o Ceará bateu na trave. O Osório, este tenho dúvida, caiu no conto do seu vigário. Na real, não temos condições de oferecer condições mínima para competir na A, só muita união para compensar, nada de salvador da pátria e ter fé que tudo vai se alinhar e nos favorecer, continuo acredito na permanência e vai continuar com o Fluzão.