Paysandu 0×0 Remo (Yago Pikachu, João Pedro e João Lucas) – Foto: Mauro Ângelo (Diário do Pará)
Paysandu 0×0 Remo (Yago Pikachu, João Pedro e João Lucas) – Foto: Mauro Ângelo (Diário do Pará)

Com o fim do Campeonato Paraense, algumas questões serão levantadas nos próximos dias no Clube do Remo. Além da imediata preparação para encarar o Fluminense (RJ) nesta quinta-feira (12/03), pela 5ª rodada da Série A, há também o pensamento de enxugar o elenco azulino.

São 39 jogadores de linha trabalhando todos os dias no Baenão, que não tem estrutura para que todos possam se movimentar. Essa era uma reclamação contínua do ex-técnico Juan Carlos Osorio e não deve ser diferente agora com Léo Condé.

Com o calendário menos apertado a partir de agora e a ênfase da competição nacional, o novo treinador também terá que pensar nesse assunto.

Muitos jogadores mal vinham sendo relacionados mesmo para o Parazão, o que é um indicativo de que, para a competição mais importante do ano, dificilmente terão vez. Pelo menos 8 jogadores podem deixar o Leão nos próximos dias. O desafio é rescindir ou encontrar clubes onde eles podem ser encaixados.

Claro que perder a disputa estadual, ainda mais para o maior rival, pode abrir feridas, vide a troca de treinador na véspera do último jogo, mas de forma prática, o fim do campeonato chega a ser um alívio para o planejamento azulino, que poderá focar unicamente naquele que é abertamente o principal objetivo do clube na temporada de 2026, algo já dito anteriormente pela diretoria.

Na capital desde as primeiras horas de sábado (07/03), Condé pouco pôde fazer para o Campeonato Paraense. Ele não esteve à beira do gramado no clássico, função que coube ao auxiliar técnico fixo do clube, Flávio Garcia.

Diário Online, 08/03/2026

3 COMENTÁRIOS

  1. Agora a imprensa vem tocar nesse assunto de elenco grande e só um campo pra treinar, como se isso fosse apenas um detalhe irrelevante. O Remo está treinando em situação precária, nenhum técnico faria muita coisa, ou ele diria para 10 ficarem em suas casas, que ele treinaria apenas com 30 jogadores.
    Isso é planejamento mínimo. Outra coisa, seria muito melhor ter deixado o “time B” no campeonato paraense, tinha gente antes que defendia até o sub-vinte.
    Mas vieram os jogos e a imprensa infernizou e a torcida começou a Exigir resultados nesse paraense o que veio só atrapalhar ainda mais.
    Agora está aí, não ganhou nenhuma vez a mucura, nem com A, nem com time B.
    Alguns jogadores claramente não quiseram jogar nesses rexpas, não deram a mínima, o Patrick Paulo foi um. É um jogador no brasileiro e outro aqui. Mas não é só ele.
    Mas olha, o Coritiba, Atlético paranaense e Chapecoense nem pra final foram dos seus campeonatos, será que por isso há histerismo por lá? Acredito que não, lá eles sabem e valorizam o que mais importa: a série A.
    Daqui a pouco vem essa tal de copa norte, vai ser a mesma ladainha por aqui. Time A, time B? Que priorizem a série A, mas se por acaso forem escalados pra jogar, que joguem, que disputem, só isso.

  2. O clube do Remo clube protagonista do futebol do norte do Brasil, série A, se encontra atrás de um timezinho de série C com pedido juducial de falência, depois de tudo issto, tudo é possivel, cancer terminal ser curado, morto ressuscitar, boi voar…….

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