Jayme é improvisado na lateral-direita

19/04/2017
Jayme

Com Léo Rosa em trabalho de transição, o técnico Josué Teixeira vem treinando com Jayme na lateral-direita do time azulino. Na segunda-feira (17/04), ele foi testado na posição e no treino desta terça-feira (18/04), foi mantido como o lateral. O atacante mostrou que jogar por aquele setor não é difícil, basta energia e saber marcar no momento do ataque do adversário.

“O professor está fazendo uma formação e me colocou na lateral para atuar como ala ofensivo, com obrigação de fazer os cruzamentos para os atacantes. É uma variação que ele está testando. Se precisar de mim, estou pronto para ajudar”, comentou Jayme.

Para ele, jogar como lateral não implica em nada de ruim, pelo contrário, mostra versatilidade do jogador saber atuar em outra posição que não a dele. “Na divisão de base, atuei uma vez como lateral”, lembrou.

Jayme tem 1 gol marcado no Parazão e define a partida de domingo (23/04) como o “jogo da vida” de todos no Baenão.

“Tudo que foi construído até agora pode acabar neste domingo. Então, sabemos da dificuldades que vamos encontrar. Estamos nos preparando para fazer um grande jogo. O treinador está trabalhando para a melhor formação do time”, disse.

O atacante, que é cria da base azulina e atuou no segundo tempo em Tucuruí, reconhece que o Independente tem bom conjunto, mas não é imbatível.

“Não acredito que eles venham para um jogo aberto, como aconteceu em Tucuruí. É fazer o nosso jogo, com ‘raiva’, ir pra cima deles, ter posse de bola e saber aproveitar as chances para ter o resultado que interessa para todos. Não tem outro caminho a seguir, senão a vitória com boa margem de gols. Assim, continuamos no campeonato”, ressaltou.

Jogar no Mangueirão, segundo o atacante, ajuda o Remo por estar mais adaptado ao gramado.

“O adversário joga no seu campo e aqui, com apoio da torcida, teremos boa situação. É focar no jogo, esquecer os problemas passados. Tudo que aconteceu não volta mais e nem adianta ficar lembrando essas coisas. A palavra agora é vontade, união, dedicação e trabalho. Com isso, se chega aos objetivos. Sabemos que o momento é delicado, mas nada está perdido. Nessa hora, o grupo deve ter fé e determinação. A responsabilidade de tirar do clube desse perigo é nosso. Somos todos responsáveis e capazes de dar a virada”, concluiu.

O Liberal, 19/04/2017