Azulinos querem aproveitar mais a sua “casa”

20/04/2017
Remo 2x1 São Raimundo (Gabriel Lima e Jayme)

Sem poder contar com o Baenão há quase 3 anos, o Clube do Remo tem mandado os seus jogos no Mangueirão. Apesar de não ser a mesma coisa do que jogar no Evandro Almeida, principalmente pela atmosfera envolvida, os azulinos já se sentem praticamente em casa no Estádio Olímpico do Pará.

Contra o Independente, o Leão precisará mostrar, mais uma vez, que manda no Mangueirão, para reverter a desvantagem diante do Galo e alcançar a vaga na final do Campeonato Paraense.

O atacante Jayme afirma que jogar no Colosso do Bengui é bem diferente de atuar no Baenão. Entretanto, como o Remo já vem utilizando há bastante tempo o estádio estadual, os azulinos já estão acostumados a jogar lá.

“Mangueirão é a nossa casa, porque o Baenão, infelizmente, não está podendo ser utilizado. A torcida vai nos apoiar, tenho certeza disso, já estamos adaptados lá”, afirma o azulino, não escondendo que, se fosse no Evandro Almeida, a atmosfera do jogo seria diferente.

“No Baenão, sem dúvida nenhuma, a pressão é maior. Se estivesse liberado, seria muito bem utilizado por nós. A torcida ia pressionar o adversário, junto com a gente, por um só objetivo, que seria a vitória”, comenta o atacante do Clube do Remo.

O Leão tem tido um bom retrospecto no Mangueirão. Os azulinos estão há 17 jogos invictos no estádio. A última derrota aconteceu na 2ª rodada da Série C de 2016, para o ASA (AL), por 1 a 0. De lá para cá, foram 11 vitórias e 6 empates. Os remistas querem usar este fator casa para virar o jogo contra o time de Tucuruí.

“Estamos jogando em casa e não perdemos lá há um bom tempo. É chegar domingo (23/04) e se doar ao máximo para tentar sair com a vitória, e não é qualquer vitória. Vamos correr atrás do resultado, porque temos de fazer 3 gols”, destaca o polivalente Tsunami.

Diário do Pará, 20/04/2017